Muito giro! Um humor bem simplificado!
quinta-feira, 27 de Março de 2008
quinta-feira, 20 de Março de 2008
Coelho da Páscoa
O tradição do Coelhinho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e o início do século XVIII.No Antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade consideravam o coelho como o símbolo da Lua, portanto, é possível que ele tenha se tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa. O certo é que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução, e geram grandes ninhadas, e a Páscoa marca a ressurreição, vida nova, tanto entre os judeus quanto entre os cristãos.
Existe também a lenda de que uma mulher pobre coloriu alguns ovos de galinha e os escondeu, para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram os ovos, um coelho passou correndo. Espalhou-se, então, a história de que o coelho é que havia trazido os ovos.
Como se pode ver
Bem, como se pode ver, tenho tido tempo para ler. Andar de comboio permite-me folhear umas páginas, no percurso casa-trabalho, trabalho-casa vou pondo a leitura em dia.
Abandonei um pouco os livros técnicos e dediquei-me à ficção e romance! Já sentia falta! Ando com mais uns quantos pendurados, mas falar-vos-ei deles somente quando os terminar!
Através da wikipédia procurarei fazer linkagens para abrir ainda mais o acesso à informação e ao conhecimento!
Pendurados tenho: A Dívina Comédia, de Dante. (tenho dúvidas que o acabe!) Desta odisseia, apenas ando a ler o Inferno, disseram-me que era o melhor, o mais interessante, o mais criativo.
E realmente é bastante criativo, escrito por volta de 1307, Dante revela-nos uma espacialidade descritiva soberba! O inferno ainda hoje se apresenta assim no nosso imaginário! Vale apena ir lendo e imaginando a visão de Dante! Cada canto conta-nos um percurso, subjacente, temos um espaço muito bem recreado que nos agarra independentemente da escrita não ser muito fácil. É uma escrita mais elaborada, pausada, própria da época!
Provavelmente é a ausência de ritmo que me anda a fazer ler outros…
Depois há: O pequeno herói, de Fiódor Dostoiévski. Os Jeitosos Continuam à Solta, de José Pedro Gomes. (assinado e com dedicatória do próprio)
Enfim, com calma e com quimboio lá chegarei!
Abandonei um pouco os livros técnicos e dediquei-me à ficção e romance! Já sentia falta! Ando com mais uns quantos pendurados, mas falar-vos-ei deles somente quando os terminar!
Através da wikipédia procurarei fazer linkagens para abrir ainda mais o acesso à informação e ao conhecimento!
Pendurados tenho: A Dívina Comédia, de Dante. (tenho dúvidas que o acabe!) Desta odisseia, apenas ando a ler o Inferno, disseram-me que era o melhor, o mais interessante, o mais criativo.
E realmente é bastante criativo, escrito por volta de 1307, Dante revela-nos uma espacialidade descritiva soberba! O inferno ainda hoje se apresenta assim no nosso imaginário! Vale apena ir lendo e imaginando a visão de Dante! Cada canto conta-nos um percurso, subjacente, temos um espaço muito bem recreado que nos agarra independentemente da escrita não ser muito fácil. É uma escrita mais elaborada, pausada, própria da época!
Provavelmente é a ausência de ritmo que me anda a fazer ler outros…
Depois há: O pequeno herói, de Fiódor Dostoiévski. Os Jeitosos Continuam à Solta, de José Pedro Gomes. (assinado e com dedicatória do próprio)
Enfim, com calma e com quimboio lá chegarei!
quarta-feira, 19 de Março de 2008
Death at a Funeral
British commedy, elegante e divertida. Vários personagens, todos com caracteristicas muito próprias que se enlaçam num velório muito caricato.
A Estrada
The Road (2006) é um livro do escritor estadunidense Cormac McCarthy. É um conto de ficção pós-apocalíptica que descreve a jornada empreendida por um pai e seu jovem filho ao longo de um período de vários meses através de uma paisagem devastada anos antes por um cataclismo sem nome o qual destruiu a civilização e boa parte da vida sobre a Terra. O romance foi premiado com o Pulitzer Prize for Fiction e o James Tait Black Memorial Prize de 2006 na categoria Ficção, e foi escolhido para a seleção do Oprah's Book Club.in wikipédia
Mais que ficção, é também um livro sobre a protecção humana, a necessidade de sobreviver, ensinar e encaminhar um filho para um fim...
Bonito, dramático, cruel!
Mil Novecentos e Oitenta e Quatro

Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (título original Nineteen Eighty-Four) é o título de um romance escrito por Eric Arthur Blair sob o pseudônimo de George Orwell e publicado em 8 de Junho de 1948 que retrata o cotidiano numa sociedade totalitária. O título vem da inversão do dois últimos dígitos do ano em que o livro foi escrito, 1948.
O romance é considerado uma das mais citadas distopias literárias, junto com Fahrenheit 451, Admirável Mundo Novo e Laranja Mecânica. Nele é retratada uma sociedade onde o Estado é onipresente, com a capacidade de alterar a história e o idioma, de oprimir e torturar o povo e de travar uma guerra sem fim, com o objetivo de manter a sua estrutura inabalada.
Mil Novecentos e Oitenta e Quatro é uma metáfora sobre o poder e as sociedades modernas. George Orwell escreveu-o animado de um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e as gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte - sofria de tuberculose - para poder acabá-lo. Ele foi um dos primeiros simpatizantes ocidentais da esquerda que percebeu para onde o stalinismo caminhava e é aí que ele vai buscar a inspiração - lendo Mil Novecentos e Oitenta e Quatro percebe-se que o Grande Irmão é baseado na visão de Orwell sobre os totalitarismos de vária índole que dominavam a Europa e Ásia na época. Stalin, também Hitler e Churchill foram algumas das figuras que inspiraram Orwell a escrever o romance.
in wikipédia
O romance é considerado uma das mais citadas distopias literárias, junto com Fahrenheit 451, Admirável Mundo Novo e Laranja Mecânica. Nele é retratada uma sociedade onde o Estado é onipresente, com a capacidade de alterar a história e o idioma, de oprimir e torturar o povo e de travar uma guerra sem fim, com o objetivo de manter a sua estrutura inabalada.
Mil Novecentos e Oitenta e Quatro é uma metáfora sobre o poder e as sociedades modernas. George Orwell escreveu-o animado de um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e as gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte - sofria de tuberculose - para poder acabá-lo. Ele foi um dos primeiros simpatizantes ocidentais da esquerda que percebeu para onde o stalinismo caminhava e é aí que ele vai buscar a inspiração - lendo Mil Novecentos e Oitenta e Quatro percebe-se que o Grande Irmão é baseado na visão de Orwell sobre os totalitarismos de vária índole que dominavam a Europa e Ásia na época. Stalin, também Hitler e Churchill foram algumas das figuras que inspiraram Orwell a escrever o romance.
in wikipédia
Subscrever:
Mensagens (Atom)